O que é o amor???
Para aprofundarmo-nos em uma perspectiva química do amor, necessitamos primeiramente entender alguns aspectos da eletroquímica humana. Como por exemplo, que um mesmo potencial energético, na nossa neurofisiologia, pode, ora contar com um aspecto eléctrico e no momento seguinte, químico. Mister é o esclarecimento do som como resultante da leitura fisiológica humana de ondas. Não existindo o som propriamente dito. O que percebemos, são ondas, que, na nossa neurofisiologia, é traduzido como o som que conhecemos. Não menos necessário, é sabermos que os seres e objectos são dotados de energia.
Resta-nos ainda saber que os seres, através da leitura óptica, auditiva, olfativa e gustativa, sintetizam, quimicamente, códigos no seu interior, com valor potencial de equivalência reativa-experiencial, correspondente ao primeiro contacto com cada elemento constitutivo dos meios de sua criação.
O cheiro de alguém por exemplo, quando o sentimos, são em realidade, partículas volatizadas, suspensas no ar e por nós, através de quimiorreceptores, interiorizadas e decodificadas, passando-se a identificar, por equivalência química, o elemento de origem.
Tudo quanto vemos, cheiramos, ouvimos e provamos, fazem com que se gere em nossa estructura cerebral, códigos químicos, com valores potenciais determinados e relativa inferência intrapsíquica. Dessa forma, mantemos codificadamente no nosso interior, sons, imagens e gostos de tudo quanto exista externamente. Frente a valores equivalentes, identificamo-los e aos correspondentes, reagimos.
O amor, pode ser entendido cientificamente, como o resultado de perspectivas geradas e com o tempo correspondidas, em equivalência química, a partir de códigos também químicos resultantes de agradáveis experiências pessoais vividas na infância. Sob tais bases e banco de códigos de retenção das informações e estímulos acumulados ao longo de toda uma vida, apóia-se a busca do elemento decodificador correspondente ou, do amor.
No cérebro humano, armazenam-se códigos químicos capazes de determinar uniões ideais. Trata-se de valores interiorizados que reagem positivamente a determinados estímulos de equivalência. E contrariamente, na carência ou excesso, dos potenciais que formam o lastro químico de suas experiências.
No cérebro humano atuam 100 biliões de células nervosas. Suas interconexões chegam a cem trilhões de circuitos. Actualmente, identificamos 11 grandes redes sinápticas que compreendem 46 estágios psicomaturacionais evolutivos. Ainda que tenhamos centros nervosos para cada tipo de actividade, e receptores não menos específicos. Todos, entre si, actuam reciprocamente, na menor exigência que envolva o nosso ser. Mesmo que ao sistema líbico concentrem os estímulos concernentes ao humor e as emoções, há uma comunicação deste, por exemplo, com o hipotálamo, responsável pelo controle da temperatura. Uma emoção muito forte, via nervo simpático, pode atingir o Sistema Nervoso Autônomo, actuando por desdobramentos em outras áreas e regiões do organismo.
Ao desdobramento da neuro-química emocional, ao refratar-se a outros sectores da estructura animal, denominamos psicossomatologia. Existindo de facto. Pois envolvem processos químicos dispersivos. Um quantum de energia químico-emocional, fragmentado neurofisiologicamente a outros órgãos, é melhor assimilado do que sem essa válvula somática de dispersão do foco.
Ao amor, enquanto reacção química em cadeia social-individual, pode conduzir os destinos da Humanidade.
Ainda acreditam em contos de fadas?....
Olá!
ResponderEliminarParabens, o teu blog está bomito, embora com textos muito tristes.
Se quiseres vai passando pelo meu e comenta:
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